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sábado, 11 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
Ricardo Maurício vence em Interlagos e leva a Corrida do Milhão
Possível falta de combustível do piloto da RC EUROFARMA deixou a prova no circuito paulista indefinida até a última volta. Átila Abreu segue líder da temporada
O paulista Ricardo Maurício é o mais novo milionário da Stock Car, principal categoria do automobilismo brasileiro. Em uma corrida emocionante, indefinida até a última volta, o piloto da equipe RC EUROFARMA terminou na frente na Corrida do Milhão, no circuito de Interlagos, São Paulo, e levou o prêmio de R$ 1 milhão para casa. Com o triunfo, Ricardinho assumiu a segunda colocação no campeonato. Ele já está classificado para a Super Final da Stock Car. Marcos Gomes, em segundo, e Átila Abreu, em terceiro, completaram o pódio. (Confira a emocionante última volta no vídeo ao lado).
Logo na largada, Ricardo Maurício, que saiu na terceira colocação, mostrou que não estava na prova a passeio e partiu para cima de Cacá Bueno, segundo no grid. A primeira investida não foi sucedida, mas Ricardinho não desistiu e no final da primeira volta assumiu o segundo lugar. O líder da temporada Átila Abreu, que largou em quarto, também aproveitou para deixar Cacá para trás.
Ricardo Maurício comemora sua vitória na Corrida do Milhão, disputada no autódromo de Interlagos, em São Paulo. Piloto dividirá o prêmio com a equipe.
Na sexta volta, Ricardo Sperafico teve problemas e foi obrigado a abandonar a prova. Por estar parado em uma área pergiosa, o carro de segurança teve de entrar na pista. Em conversa com o chefe de sua equipe, Marcos Gomes, então líder, já pensava na possibilidade de fazer apenas uma parada para troca de pneus e reabastecimento, que foi logo descartada, a menos que o carro de segurança entrasse na pista mais vezes.
E foi o que aconteceu pouco depois, quando Christian Fittipaldi, que pilotava o carro do Palmeiras levou um toque de Giuliano Lossaco, teve seu pneu furado e abandonou a prova. Na relargada, Ricardo Maurício forçou a ultrapassagem sobre Marcos Gomes no “S”do Senna, mas o líder defendeu sua posição. Antonio Pizzonia, que vinha terceira posição, deixou Ricardinho para trás na reta oposta e assumiu o segundo lugar, mas com problemas no assoalho do carro, deixou a prova pouco depois.
Após o toque de Xandinho Negrão em Ricardo Zonta, o carro de segurança foi para a pista de Interlagos pela terceira vez e os pilotos aproveitaram para fazer as paradas nos boxes para a troca de pneus e reabastecimento. Foi nesse momento que Ricardo Maurício aproveitou para assumir a liderança. A equipe RC trabalhou rápido e colocou seu piloto de volta à disputa antes de Marcos Gomes, que caiu para o segundo lugar (veja no vídeo ao lado). Com melhor rendimento, Ricardinho começou a abrir vantagem . Na volta 29, a diferença entre o líder e o segundo colocado já era de 4,2 segundos.
A três voltas do fim, Marcos Gomes, que não conseguia mais se aproximar de Ricardo Maurício passou a se preocupar com a aproximação de Átila Abreu, que estava na terceira posição. Com o carro saindo de traseira e o combustível acabando, o piloto da equipe Full Time temia não terminar a prova. Mas o problema do combustível não era exclusivo de Marcos Gomes. O líder Ricardo Maurício também corria o risco de ter que fazer uma parada rápida para reabastecimento. Caso isso ocorresse, os dois perderiam diversas posições.
As equipes RC e Full Time decidiram correr o risco e deu certo. Ricardo Maurício cruzou a linha de chegada em primeiro após o estouro do tempo máximo de prova e Marcos Gomes foi o segundo. Antes mesmo de terminar a volta para retornar aos boxes, o combustível de Ricardinho acabou e o piloto precisou de uma carona para chegar ao pódio, onde recebeu o troféu e o cheque de R$ 1 milhão.
Apesar do sufoco no final da prova, quando por poucos metros não ficou sem a vitória, Ricardo Maurício exaltou a estratégia da equipe RC.
- Quase que a gente perde essa vitória aqui no final, acabou o combustível. Acho que a tática foi perfeita, sensacional e deu tudo certo - disse Ricardinho.
Com a vitória, o piloto assumiu a segunda colocação na temporada. A liderança segue com Átila Abreu, que terminou na terceira colocação em São Paulo.
Atlético-MG2 x 3 São Paulo
Com boa atuação do jovem Marcelinho, Tricolor faz 3 a 2 sobre o Galo em Ipatinga e alcança segundo triunfo seguido no Brasileirão
o jogo escalações. Dois gigantes do futebol nacional fecharam suas participações no primeiro turno em rumos opostos. Com a vitória por 3 a 2 de virada em Ipatinga, neste domingo, o São Paulo reforçou sua reação no Campeonato Brasileiro, conquistando o segundo triunfo consecutivo - e completando quatro jogos sem derrota. O destaque foi o jovem Marcelinho, autor de um gol, uma assistência e boas jogadas. Já o Atlético-MG se afundou na classificação. Além de não conseguir deixar a zona de rebaixamento, ocupando o 17º lugar, está agora a três pontos do Grêmio, primeiro time fora da área de risco.
Ainda com 17 pontos, o time inicia a segunda metade do Brasileirão enfrentando o Vasco em São Januário, na próxima quinta-feira, às 21h. Um dia antes, o São Paulo - que chegou aos 25 e está em décimo lugar - recebe o Flamengo no Morumbi, às 22h.
Obina marca duas vezes de pênalti
Em situações complicadas no Campeonato Brasileiro, Atlético e São Paulo não perderam tempo e, logo que a bola rolou, partiram para o ataque. O Galo levava perigo principalmente no lado esquerdo, onde Eron e Neto Berola levavam a melhor sobre Jean. Já o São Paulo usava a velocidade, mas abriu o placar usando os chutes de efeito.
O aviso foi dado quando Dagoberto arriscou de fora da área, e Fábio Costa espalmou para escanteio. Na cobrança, Junior Cesar acertou um chute venenoso, que o goleiro atleticano rebateu para a frente. A bola caiu no pé direito de Casemiro, que apenas completou para o gol, fazendo 1 a 0 aos dez minutos.
Apesar da desvantagem, o Atlético continuou a buscar o ataque e não demorou muito para chegar ao empate. O árbitro viu pênalti de Miranda em Obina numa bola levantada na área, e próprio atacante cobrou no canto superior direito de Rogério Ceni aos 17 minutos, fazendo 1 a 1.
No entanto, o Atlético fez valer sua superioridade e chegou à virada em novo gol de pênalti de Obina, cobrado aos 38 minutos, depois que Serginho foi derrubado por Casemiro dentro da área. O atacante, que cobrou novamente no canto direito de Rogério, mas desta vez rasteiro, marcou seu quinto gol no Brasileiro, o quarto em penalidade máxima.
São Paulo acorda no segundo tempo e alcança virada
Com a vantagem nas mãos, o Atlético voltou para o segundo tempo disposto a deixar o tempo correr para segurar o ímpeto do São Paulo. Mas a segurança deu lugar à acomodação, a qual o Tricolor aproveitou para empatar a partida logo aos dez minutos. Richarlyson avançou pela esquerda e cruzou rasteiro para Marcelinho. Mesmo marcado por dois adversários, o meia de 18 anos conseguiu tocar e marcar seu primeiro gol como profissional.
O empate abalou a estrutura emocional do Atlético, que piorou seu posicionamento e mostrou-se ainda mais desatento. O São Paulo se aproveitou disso para virar o placar, aos 15 minutos. Marcelinho fez grande jogada pelo lado direito e tocou para trás. Rafael Jataí tentou dominar, mas deixou a bola para Fernandão, que tocou para fazer o terceiro.
Com a vantagem no placar, o São Paulo decidiu se fechar na defesa e tentar explorar os contra-ataques. Apesar de não mostrar competência nas conclusões, contou com a má pontaria do Atlético e da competência de Rogério Ceni, que aos 43 minutos fez boa defesa em chute de
Serginho.
São Paulo reforça reação e afunda o Atlético-MG com vitória de virada
o jogo escalações. Dois gigantes do futebol nacional fecharam suas participações no primeiro turno em rumos opostos. Com a vitória por 3 a 2 de virada em Ipatinga, neste domingo, o São Paulo reforçou sua reação no Campeonato Brasileiro, conquistando o segundo triunfo consecutivo - e completando quatro jogos sem derrota. O destaque foi o jovem Marcelinho, autor de um gol, uma assistência e boas jogadas. Já o Atlético-MG se afundou na classificação. Além de não conseguir deixar a zona de rebaixamento, ocupando o 17º lugar, está agora a três pontos do Grêmio, primeiro time fora da área de risco.
Ainda com 17 pontos, o time inicia a segunda metade do Brasileirão enfrentando o Vasco em São Januário, na próxima quinta-feira, às 21h. Um dia antes, o São Paulo - que chegou aos 25 e está em décimo lugar - recebe o Flamengo no Morumbi, às 22h.
Obina marca duas vezes de pênalti
Em situações complicadas no Campeonato Brasileiro, Atlético e São Paulo não perderam tempo e, logo que a bola rolou, partiram para o ataque. O Galo levava perigo principalmente no lado esquerdo, onde Eron e Neto Berola levavam a melhor sobre Jean. Já o São Paulo usava a velocidade, mas abriu o placar usando os chutes de efeito.
O aviso foi dado quando Dagoberto arriscou de fora da área, e Fábio Costa espalmou para escanteio. Na cobrança, Junior Cesar acertou um chute venenoso, que o goleiro atleticano rebateu para a frente. A bola caiu no pé direito de Casemiro, que apenas completou para o gol, fazendo 1 a 0 aos dez minutos.
Apesar da desvantagem, o Atlético continuou a buscar o ataque e não demorou muito para chegar ao empate. O árbitro viu pênalti de Miranda em Obina numa bola levantada na área, e próprio atacante cobrou no canto superior direito de Rogério Ceni aos 17 minutos, fazendo 1 a 1.
Casemiro e Fernandão marcaram um gol cada na vitória do São Paulo.
A partir de então, o time mineiro ganhou moral e chegou perto da virada aos 24, quando Obina recebeu cruzamento e cabeceou uma bola que passou rente à trave direita do goleiro são-paulino. Com a pressão do Galo, os visitantes encontraram espaços e quase retomaram a liderança do placar aos 29. Marcelinho recebeu livre e ficou frente a frente com Fábio Costa, que defendeu o chute com a perna direita.No entanto, o Atlético fez valer sua superioridade e chegou à virada em novo gol de pênalti de Obina, cobrado aos 38 minutos, depois que Serginho foi derrubado por Casemiro dentro da área. O atacante, que cobrou novamente no canto direito de Rogério, mas desta vez rasteiro, marcou seu quinto gol no Brasileiro, o quarto em penalidade máxima.
São Paulo acorda no segundo tempo e alcança virada
Com a vantagem nas mãos, o Atlético voltou para o segundo tempo disposto a deixar o tempo correr para segurar o ímpeto do São Paulo. Mas a segurança deu lugar à acomodação, a qual o Tricolor aproveitou para empatar a partida logo aos dez minutos. Richarlyson avançou pela esquerda e cruzou rasteiro para Marcelinho. Mesmo marcado por dois adversários, o meia de 18 anos conseguiu tocar e marcar seu primeiro gol como profissional.
O empate abalou a estrutura emocional do Atlético, que piorou seu posicionamento e mostrou-se ainda mais desatento. O São Paulo se aproveitou disso para virar o placar, aos 15 minutos. Marcelinho fez grande jogada pelo lado direito e tocou para trás. Rafael Jataí tentou dominar, mas deixou a bola para Fernandão, que tocou para fazer o terceiro.
Com a vantagem no placar, o São Paulo decidiu se fechar na defesa e tentar explorar os contra-ataques. Apesar de não mostrar competência nas conclusões, contou com a má pontaria do Atlético e da competência de Rogério Ceni, que aos 43 minutos fez boa defesa em chute de
Serginho.
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