I made this widget at MyFlashFetish.com.


Seguidores

sábado, 30 de abril de 2011

Carpegiani elogia primeiro tempo, mas admite eficiência santista

Para o técnico, Santos aproveitou chances perdidas pelo Tricolor no clássico

_1554.jpg
Rubens Chiri/saopaulofc.net - Jean teve boas oportunidades no clássico

Apesar da derrota para o Santos por 2 a 0, neste sábado à tarde, no Morumbi, o técnico Paulo César Carpegiani elogiou o primeiro tempo da equipe no clássico. Nos 45 minutos iniciais, o Tricolor teve boas chances para marcar, mas acabou pecando na hora da finalização.
As oportunidades perdidas, inclusive, foram os principais motivos apontados pelos são-paulinos para o revés no San-São. Depois do jogo, ao ser questionado sobre o placar, Carpegiani enalteceu o time santista, mas fez questão de elogiar os seus comandados.
"Não dá para tirar os méritos do adversário. Mas nunca tivemos um primeiro tão bom quanto hoje (sábado). Criamos oportunidades, tivemos posse de bola e chegamos no ataque. Total domínio de jogo contra uma equipe grande que é o Santos", ressaltou Carpegiani.
Ainda sobre os gols perdidos, Carpegiani admite:
"O Santos teve eficiência e não tivemos essa serenidade. Temos jogadores que sabem fazer gols, mas não tivemos eficiência para definir. Um gol em uma partida como fica muito difícil de virar", completou o comandante são-paulino.

Rogério Ceni - 100º gol - Filmado da Arquibancada em Barueri

Rogério Ceni - Gol 100 (filmado da arquibancada)

Sportv homenageia Rogério Ceni pelos 100 gols

Jogo aberto na Band- Homenagem a Rogério Ceni pelo 100 gols da carreira - parte 4

Jogo aberto na Band- Homenagem a Rogério Ceni pelo 100 gols da carreira - parte 3

Jogo aberto na Band- Homenagem a Rogério Ceni pelo 100 gols da carreira - parte 2

Jogo aberto na Band- Homenagem a Rogério Ceni pelo 100 gols da carreira - parte 1

Rogério 100ni - 100º gol

Fim da linha para o São Paulo no Paulista

Com alteração crucial de Muricy Ramalho no intervalo, Santos domina etapa final e, com mais qualidade, vence e avança à decisão do Paulista



Tricolor luta e cria, mas é derrotado após sofrer dois gols do adversário no Morumbi
O Santos é o primeiro finalista do Campeonato Paulista. Jogando com sua força máxima e contando com mais qualidade técnica do que o São Paulo, o Peixe soube suportar a pressão do Tricolor, que teve muita correria e pouca criatividade e, contando com uma ótima alteração de Muricy Ramalho no intervalo, venceu com justiça por 2 a 0, gols marcados por Elano e Ganso.
Foi a sexta vitória alvinegra sobre o rival nos últimos sete jogos. O time da Baixada Santista agora espera o vencedor do duelo entre Corinthians e Palmeiras, que se enfrentam neste domingo, no Pacaembu. Já o Tricolor, que terá a Copa do Brasil pela frente, amarga a quinta eliminação consecutiva em uma semifinal de estadual.

Elano comemora gol do Santos contra o São Paulo (Foto: Marcos Ribolli / GLOBOESPORTE.COM)               Ceni lamenta, e Elano comemora primeiro gol do Peixe (Foto: Marcos Ribolli / GLOBOESPORTE.COM)
Primeiro tempo disputado. Tricolor termina melhor
Para explicar o que aconteceu no primeiro tempo, pode-se dividir o jogo em três partes. A primeira, que durou até os 15min, teve os dois times jogando em alta velocidade, buscando o ataque e deixando espaços defensivos. No Tricolor, Paulo César Carpegiani mudou o esquema tático da equipe. Ao invés do tradicional 3-5-2, o time foi postado com duas linhas de quatro, com Xandão fazendo o papel de falso lateral pela direita. No Peixe, apesar da proximidade do jogo de terça, contra o América, no México, pela Libertadores, Muricy Ramalho não quis saber de poupar ninguém e mandou força máxima a campo.
Os dois primeiros lances de perigo surgiram através de falhas individuais. O Peixe chegou aos dois minutos com Neymar, que aproveitou erro de Alex Silva, infantil a área e bateu no canto esquerdo de Rogério Ceni, que espalmou a bola, que ainda bateu na sua trave direita. Aos cinco, foi a vez de Danilo falhar na saída de bola. Dagoberto fez belo passe para Marlos, que invadiu a área e foi travado por Durval no momento do chute.
O São Paulo apostava na movimentação constante dos seus homens de frente, mas faltava uma peça para pensar o jogo. Marlos, apesar de ter vontade, errava muitos passes. Como a bola não chegava, Dagoberto tinha de recuar para buscar a bola. Ilsinho parava na marcação de Leo, enquanto que Juan tinha a marcação pessoal de Jonathan. Do lado do Peixe, Ganso não tinha liberdade para jogar, enquanto que Neymar, caído pela esquerda, não conseguia criar lances de perigo, já que Xandão ficava parado no setor.
Com o passar do tempo, o jogo caiu de rendimento. E deu-se início a parte em que o Santos foi melhor. Com mais qualidade técnica, o time valorizava a posse de bola e esperava o momento certo para atacar. Foi assim que, aos 18, Léo recebeu belo passe de Ganso, invadiu a área e, de pé esquerdo, obrigou bela defesa de Rogério Ceni. Aos 27, Léo desceu pela esquerda e cruzou na medida para Elano, que ao tentar bater de primeira, furou e foi vaiado.
Nos últimos 15 minutos, quem deu as cartas foi o São Paulo, que voltou a acelerar o ritmo e conseguiu superar a marcação do Peixe. Aos 31, Dagoberto fez bela jogada individual, driblou dois e, de pé esquerdo, exigiu bela defesa de Rafael. No minuto seguinte, após saída errada de Danilo, novo chute do camisa 25 e nova defesa do goleiro do Peixe, que deu rebote. Ilsinho chutou e o camisa 1 santista brilhou novamente. Aos 34, Marlos deu passe açucarado para Jean, que chutou por cima do gol. No último lance de perigo do primeiro tempo, Ilsinho ficou com a sobra da defesa do Peixe, após cruzamento de Juan, e chutou por cima do gol, com perigo.

Muricy mexe bem, e Santos passeia em campo
Preocupado com o avanço do São Paulo na etapa inicial, Muricy Ramalho resolveu mexer no Peixe. Ele sacou o inoperante Zé Eduardo para colocar o zagueiro Bruno Aguiar. Com isso, o time passou a atuar no 3-5-2 e Ganso e Elano adiantaram seus posicionamentos. A mudança fez muito bem ao Peixe, que começou o segundo tempo dominando as ações. Aos quatro, Jonathan foi lançado dentro da área mas Juan, na hora H, evitou o arremate do lateral do Peixe. Logo depois, Léo desceu e bateu cruzado para Neymar, que não alcançou a bola.
O crescimento do Peixe se refletiu no marcador aos 15 e justamente aonde Muricy Ramalho resolveu. Após falta de Miranda no meio-campo, o Peixe cobrou rápido e a bola foi lançada para Ganso pela esquerda. Com liberdade, o camisa 10 cruzou na cabeça de Elano que, sozinho na pequena área, cabeceou no contrapé de Rogério Ceni. Festa santista no Morumbi: 1 x 0.
Em desvantagem, Carpegiani partiu para o tudo ou nada. Sacou Casemiro, que estava pendurado com o cartão amarelo e botou Fernandão. Depois, sacou Marlos e colocou Rivaldo. Escancarado, o São Paulo não esboçou reação e ainda deixou o contra-ataque à disposição do Peixe. E foi assim que, aos 27, a dupla infernal da Vila Belmiro entrou em ação. Neymar escapou pelo meio, fugiu de Xandão invadiu a área e, com um toque genial, recuou para Ganso, que bateu de pé esquerdo, sem chance para Rogério Ceni: 2 a 0.
Com o placar definido, veio a preocupação para Muricy Ramalho: Léo e Elano sentiram lesões e deixaram o gramado para as entradas de Alex Sandro e Adriano. O São Paulo seguiu lutando até o fim, mas criou uma única chance, aos 34, após cruzamento de Dagoberto, que Rafael espalmou. Na sobra, Miranda bateu e Edu Dracena salvou o gol. No mais, o Peixe valorizou a posse de bola até o final, enquanto sua torcida gritou olé das arquibancadas. No fim, justa vitória de um time que teve inteligência e qualidade nos momentos cruciais.

OLHO NA COPA DO BRASIL
O elenco são-paulino se reapresentará na próxima segunda-feira à tarde, no CT da Barra Funda. Depois da partida contra o Santos, todo o grupo ganhou folga neste domingo. O Tricolor voltará a campo na quarta-feira diante do Avaí, também no Morumbi, pelas quartas de final da Copa Libertadores.


SÃO PAULO 0 X 2 SANTOS
Rogério Ceni; Xandão, Alex Silva e Miranda; Jean, Casemiro (Fernandão), Carlinhos Paraíba, Ilsinho (Willian José) e Juan; Marlos (Rivaldo) e Dagoberto. Rafael; Jonathan, Edu Dracena, Durval e Léo (Alex Sandro); Arouca, Danilo, Elano (Adriano) e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Zé Eduardo (Bruno Aguiar).
Técnico: Paulo César Carpegiani Técnico: Muricy Ramalho
Gols: Elano, aos 15, e Paulo Henrique Ganso, aos 27 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Casemiro, Miranda e Juan (SPO) e Paulo Henrique Ganso (SAN).
Público: 44.675 pagantes. Renda: R$ 1.232.468,00
Local: Morumbi. Data: 30/04/2011. Árbitro: Raphael Klaus. Auxiliares: Luis Alexandre Nilsen e Mauro André de Freitas

Torcedores enfrentam longas filas no estádio do Morumbi pela manhã

Bilheterias do Morumbi fecharão ao meio-dia. Outros quatro postos de venda ficarão abertos até o horário do início da partida entre Tricolor e Peixe

Por GLOBOESPORTE.COM São Paulo
Quem deixou para a última hora para comprar seu ingresso para o clássico desta tarde, entre São Paulo e Santos, pela semifinal do Campeonato Paulista, se deu mal. Longas filas foram registradas no estádio do Morumbi desde o início da manhã e, como as bilheterias do Cícero Pompeu de Toledo fecharam às 12h, por determinação da Polícia Militar, muita gente corre o risco de ficar sem entrada para o grande jogo.
  •  
Fila no estádio do Morumbi  (Foto: Daniel Perrone/ Blog do torcedor do São Paulo)                     Torcedor sofre no estádio do Morumbi neste sábado (Foto: Daniel Perrone/ Blog do torcedor do São Paulo)
Até o fechamento desta sexta-feira, 31.285 ingressos tinham sido vendidos, dos quais 3.600 para os torcedores do Santos. A carga total colocada à venda é de 60.399 bilhetes mas, caso seja necessário, outros sete mil poderão ser disponibilizados de última hora.
Com o ótimo movimento registrado pela manhã, o estádio do Morumbi terá o seu maior público na temporada. Até agora, o recorde pertence ao jogo da última quarta-feira, contra o Goiás, pela Copa do Brasil, quando 32.001 torcedores pagaram para acompanhar a vitória por 1 a 0.
Veja os preços e os locais de venda que funcionarão após o fechamento do Morumbi:
Setores VISA
Vendas até o início do jogo
- Pagamento com cartão de crédito VISA
Sócio-Torcedor (É obrigatória a apresentação do cartão ingresso no ato da compra)
Venda Online
Até o início do jogo
- Pagamento em cartão de crédito VISA, Mastercard ou Amex (exceto setores VISA)
Pontos de venda
Até o dia do jogo
- Pagamento em dinheiro ou cartão de débito
As cadeiras laranjas não serão comecializadas.
* Blue Tree - rua Verbo Divino, 1323, chácara Santo Antônio - 9h às 16h
* Bar Brhama - avenida São João, 677, Centro - 9 às 16h
* Shopping Frei Caneca - rua Frei Caneca, 569 - 9 às 16h
* Super Shopping Osasco - Av. dos Autonomistas, 1828, 2º andar - 9 às 16h
Preços:
Portão 6
Arquibancada Azul R$ 15
Arquibancada Laranja R$ 15
Portão 4
Setor Vip Premium R$ 64
Portão 15
Arquibancada Amarela R$ 15 (vendas somente via internet)
Cadeiras Especiais R$ 20 (vendas somente via internet)
Portão 18
Térreo Visa R$ 25 (Portão 18) (vendas somente via internet)
Portão 03
Setor Térreo VISA (Azul) R$ 50 - R$ 25 meia-entrada (vendas somente via internet)
Portão 04
Morumbi Premium Clube R$ 80 - R$ 40 meia-entrada
Portão 05
Cativa Azul Proprietário R$ 30 (vendas somente no Estádio)
Laranja Premium R$ 60 - R$ 30 meia-entrada
Setor Visa Infinity R$ 140 (vendas somente via internet)
Portão 06
Arquibancada Azul R$ 30 - R$ 15 meia-entrada
Arquibancada Laranja R$ 30 - R$ 15 meia-entrada
Portão 15
Arquibancada Amarela R$ 30 - R$ 15 meia-entrada (vendas somente via internet)
Cadeira Superior R$ 40 - R$ 20 meia-entrada (vendas somente via internet)
Portão 16
Cativa Vermelha Proprietário R $30 (vendas somente no Estádio)
Cadeira Amarela R$ 50 - R$ 25 meia-entrada (1.000 lugares disponíveis)
Portão 17
Setor para Portadores de Necessidades Especiais
Acompanhante R$ 30 - R$ 15 meia-entrada (197 lugares)
Portão 18
Setor Térreo VISA (Vermelha) R$ 50 - R$ 25 meia-entrada (vendas somente via internet)
Portão 15a (visitantes)
Arquibancada Visitante R$ 30 - R$ 15 meia-entrada (sócios do Santos pagam meia-entrada)
Avisos
Crianças: Nos jogos com mando do São Paulo crianças até os 7 anos de idade não pagam ingresso em qualquer setor do estádio, desde que o responsável porte um ingresso para o setor desejado e os documentos do menor.
PNE: Portadores de necessidades especiais têm gratuidade na entrada. Acompanhantes pagam ingresso normal. A compra do ingresso do acompanhante somente pode ser feita no dia da partida.
Normas para aquisição de ingressos meia-entrada
Estudantes: É necessária para a compra e acesso ao estádio a apresentação de documento escolar original (declaração escolar do mês vigente, ou carteirinha escolar com ano letivo ou data de validade e carimbo da escola, ou boleto pago do mês vigente) e RG original ou cópia autenticada (Lei Municipal nº 11.355/1993, Decreto Municipal nº 33.468/1993 e Lei Municipal nº 13.715/2004)
Aposentado do INSS: É necessário a apresentação de holerite ou cartão do benefício e RG original ou cópia autenticada. (Lei Municipal nº 12.325/1997)
Idosos (com idade igual ou superior a 60 anos): apresentando RG original ou cópia autenticada, paga meia entrada. (Lei Federal 10.741/2003 - Estatuto do Idoso)
Professores da rede pública estadual de ensino: pagam meia mediante a apresentação de RG e a carteira funcional emitida pela Secretaria Estadual de Educação. (Lei Estadual nº 10.858/2001)
O ingresso de meia-entrada só poderá ser adquirido pelo beneficiário do desconto. O ingresso é pessoal e intransferível. Abriremos exceção somente para pais ou filhos, que poderão adquirir ingressos uns para os outros, mediante a apresentação de documentos que comprovem o grau de parentesco.
Complemento de meia-entrada: É obrigatória a apresentação de documento para comprovação da meia-entrada, na entrada do evento, e caso portador não apresente o documento, será necessária a complementação do ingresso.

São Paulo encara Santos por vaga na final

São Paulo encara Santos por vaga na final 


FALA, MURICY: "Eu sempre acho difícil falar sobre esse tema, se tenho ou não preferência por uma ou outra competição. É complicado. Time grande não pode pensar dessa maneira. A cobrança é sempre para se ganhar tudo. O estadual pode não ser importante para quem ganha, mas quem perde sofre crítica, é pressionado."

FALA, CARPEGIANI: '"Estou sem três jogadores fundamentais, mas nem por isso vai deixar de ser o São Paulo quando entrarmos em campo. É claro que eles estão fazendo falta, mas não vou ficar usando isso como desculpa. Nosso time precisa estar preparado para qualquer situação de jogo."



SÃO PAULO ESCALADO:  Rogério Ceni; Xandão, Alex Silva e Miranda; Jean, Casemiro, Carlinhos Paraíba, Ilsinho e Juan; Dagoberto e Marlos.
RESERVAS: Denis, Luiz Eduardo, Wellington, Cleber Santana, Rivaldo, Willian José e Fernandão


PEIXE CONFIRMADO: Rafael; Jonathan, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Danilo, Elano e Ganso; Neymar e Zé Eduardo.
RESERVAS: Aranha, Bruno Aguiar, Pará, Adriano, Alex Sandro, Alan Patrick e Keirrison.


Clima de tranquilidade no Morumbi. A expectativa é de um público de cerca de 40 mil pessoas.

Relacionados para São Paulo x Santos (Rodrigo Caio está na lista)

O técnico Paulo César Carpegiani relacionou 21 jogadores para o clássico contra o Santos, neste sábado à tarde, no Morumbi, pela semifinal do Campeonato Paulista. O zagueiro Rhodolfo, que dificilmente estará em campo, está na lista do comandante. Ele se recupera de dores na panturrilha esquerda.
Por outro lado, Lucas (estiramento na coxa direita), Rodrigo Souto (estiramento na panturrilha esquerda, Bruno Uvini (fratura na fíbula) e Fernandinho (fratura na perna direita) são os desfalques no Tricolor Paulista.
Já o atacante Luis Fabiano, que se recupera de lesão no joelho direito, não está inscrito no Paulistão. Ele só poderá atuar na Copa do Brasil.
Confira a lista são-paulina para o clássico:
Goleiros: Rogério Ceni e Denis.
Zagueiros: Alex Silva, Miranda, Rhodolfo, Xandão e Luiz Eduardo.
Laterais: Jean, Juan e Junior Cesar.
Meio-campistas: Carlinhos, Casemiro, Marlos, Ilsinho, Rivaldo, Cleber Santana, Wellington e Rodrigo Caio.
Atacantes: Dagoberto, Fernandão, Willian e Henrique.

Luis Fabiano disputa rachão e faz gol, mas Carpegiani mantém a cautela



Treinador começará a pensar na próxima segunda-feira sobre quando o atacante poderá fazer a sua reestreia com a camisa do São Paulo

Por Julyana Travaglia e Marcelo Prado São Paulo

 

Como planejado pela comissão técnica, o atacante Luis Fabiano participou do rachão com os companheiros na tarde desta sexta-feira. O camisa 9 mostrou desenvoltura, fez um gol e saiu de campo bastante animado. Ele não conversou com os jornalistas e seguiu para o Reffis para continuar o trabalho de fortalecimento muscular no joelho direito, lesionado na época em que ele ainda defendia o Sevilla (ESP).
Luis Fabiano no treino do São Paulo (Foto: Rubens Chiri / Site oficial do São Paulo FC)                       Luis Fabiano fez um gol no rachão desta sexta-feira (Foto: Rubens Chiri / Site oficial do São Paulo FC)
Questionado sobre a situação do atacante, que não esconde a ansiedade para reestrear com a camisa do Tricolor, o técnico Paulo César Carpegiani resolveu adotar a cautela.
- Foram poucos minutos nesta sexta. A partir de segunda-feira vamos começar a pensar melhor nisso - ressaltou Carpegiani.
Para quarta-feira, no primeiro duelo das quartas de final da Copa do Brasil, contra o Avaí, no estádio do Morumbi, dificilmente Luis Fabiano estará em campo. A tendência é que o Fabuloso volte a utilizar a camisa 9 do Tricolor no duelo de volta contra os catarinenses, marcado para o dia 12, no estádio da Ressacada, em Florianópolis.
Gol polêmico de Rivaldo encerra o rachão mais cedo
O rachão que contou com a participação de Luis Fabiano acabou mais cedo do que o previsto. Tudo por causa de um gol marcado pelo meia Rivaldo, após cruzamento feito por Cleber Santana. A equipe adversária reclamou, alegando que o tento havia sido marcado com a mão. E o “juiz” Haroldo Lamounier, preparador de goleiros do clube, deu o gol e depois voltou atrás. Pressionado pelos dois lados, ele resolveu entregar o apito e acabar com o rachão, o que gerou gargalhadas dos presentes.

São Paulo e Santos, só um vai para final do Paulista



Grande desafio para Ganso e Neymar, os melhor do Brasil

O São Paulo se notabilizou nos últimos anos por sua defesa sólida, enquanto o Santos virou febre nacional pela linha de frente envolvente. Porém, nesta temporada, além da preocupação em manter o ponto forte, cada um dos dois clubes também tenta se apropriar um pouco das características do rival. Neste sábado, às 16 horas (de Brasília), Tricolor e Peixe duelam na semifinal do Paulista, no Morumbi.
O time da casa mantém a zaga forte, mas, sob o comando de Paulo César Carpegiani, passou a dar mais valor a um ataque rápido, principalmente com Dagoberto e o desfalque Lucas. Por outro lado, a chegada de Muricy Ramalho ao Alvinegro praiano deu mais segurança à defesa, sem abdicar do talento de Neymar e Paulo Henrique Ganso.
Por conta da velocidade implantada por Carpegiani no São Paulo, o meia Ilsinho até acredita em um respeito maior dos 'Meninos da Vila' na busca pelo ataque no Morumbi.
"O Santos é muito ofensivo, mas nosso sistema defensivo é muito bom. Por ser um jogo só, acredito que não será tão escancarado, eles vão ter que respeitar, porque em um contra-ataque rápido podemos fazer um gol e definir a partida", ponderou o atleta, que terá a responsabilidade de substituir Lucas no clássico.
Já o Santos vai a campo procurando superar a maratona de jogos decisivos, pois tem intercalado partidas de duas competições, o que gera um desgaste muito grandes nos jogadores.
"É difícil você jogar uma competição praticamente em cima da outra. A gente está nas finais do Paulistão e na fase de mata-mata da Libertadores, o que deixa as coisas ainda mais complicadas. Infelizmente, temos um calendário maluco e não adianta reclamar. São 30 anos falando a mesma coisa e ninguém toma providências", disse Muricy, que justamente pela fadiga de seus atletas, ainda não confirmou o time que joga o clássico.
Apesar da tendência de escalar a sua força máxima contra o Tricolor, o treinador santista deixou aberta a possibilidade de poupar alguns jogadores. Na próxima terça, a equipe decide contra o América (México), em Querétaro, uma vaga nas quartas de final da Libertadores.
Os laterais Jonathan e Léo, o volante Arouca e o meia Elano seriam os principais candidatos a serem poupados por Muricy Ramalho diante dos são-paulinos. Com isso, Pará, Alex Sandro, Adriano e Felipe Anderson, respectivamente, já estão de sobreaviso e podem, caso o comandante alvinegro julgue necessário, ser escalados para o clássico.
No São Paulo, que acumula o Estadual com a Copa do Brasil, o grande problema é a ausência de Lucas, maior responsável por dar velocidade ao ataque. Entregue ao departamento médico, o garoto foi destaque da Seleção Sub-20 ao lado de Neymar, que elogiou o amigo.
"O Lucas é um craque, não tem nem o que falar sobre a qualidade dele. É bom para o Santos que ele não jogue, porém, é ruim para o futebol. Ficar sem um craque no clássico é ruim para o torcedor que vai ao campo assistir o jogo", comentou.
Além de não contar com o garoto, o Tricolor tem ainda o desfalque de Rhodolfo, que reclama de dores na panturrilha esquerda e está concentrado, mas não deve jogar. Carpegiani fez um treino secreto na véspera da partida, mas admitiu que Xandão deve ser o escolhido.

SÃO PAULO X SANTOS

Local: Estádio Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 30 de abril de 2011, sábado
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus
Assistentes: Luis Alexandre Nilsen e Mauro André de Freitas
Assistentes adicionais: Rodrigo Braghetto e Marcelo Rogério

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Xandão, Alex Silva e Miranda; Jean, Casemiro, Carlinhos Paraíba, Ilsinho e Juan; Marlos e Dagoberto
Técnico: Paulo César Carpegiani

SANTOS: Rafael; Jonathan (Pará), Edu Dracena, Durval e Léo (Alex Sandro); Arouca (Adriano), Danilo, Elano (Felipe Anderson) e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Zé Eduardo
Técnico: Muricy Ramalho

Para ter Diego Forlán, Besiktas sai na frente do São Paulo





O Besiktas, da Turquia, já realizou uma proposta oficial

Melhor jogador da última Copa do Mundo, o meia-atacante Diego Forlán não vive boa fase no Atlético de Madri, e a possibilidade de uma transferência ao término da temporada é grande. Depois que o jogador teve o seu nome especulado como futuro reforço do São Paulo, fato que foi negado pelo diretoria tricolor, o Besiktas, da Turquia, saiu na frente na negociação e já realizou uma proposta oficial.

"Fizemos uma oferta ao Atlético, de acordo com a nossa situação econômica. Se a equipe aceitar as nossas condições, poderemos concretizar a contratação", declarou o diretor do Besiktas, Serdar Adali, em entrevista ao jornal Às.

Apesar de não falar sobre os valores oferecidos ao Atlético, o dirigente turco admitiu que o preço de mercado do jogador uruguaio não é viável para os cofres do Besiktas.

"O custo dele é de 12 milhões de euros, e ele cobra 4,5 milhões por ano. Nessas condições, a contratação seria uma utopia", declarou Adali.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Rogério Ceni está perto de mais um recorde pelo São Paulo


Capitão são-paulino, Rogério Ceni aproveitou para se recuperar da partida contra o Goiás se exercitando na esteira. Foto: Fernando Borges/Terra Rogério Ceni pode chegar a marca de 300 vitória no Estádio do Morumbi
Foto: Fernando Borges/Terra

Os feitos de Rogério Ceni não param. Se não bastasse os títulos pelo São Paulo e o recente centésimo gol da carreira, o goleiro-artilheiro está próximo de chegar a mais uma marca pelo clube: a vitória de número 300 em pleno Morumbi.
Não muito preocupado com o novo recorde, o capitão se mostrou focado em vencer o Santos, neste sábado, às 16h (de Brasília), e chegar à final do Campeonato Paulista.
"O Santos tem jogadores diferentes e perigosos. Temos de fazer o nosso melhor, ainda mais contra o Santos. Sempre fizemos grandes jogos e agora vão ser só 90 minutos", afirmou o camisa 1, ao site oficial do clube.
Ceni estreou no Morumbi no ano de 1993. Curioso é que o debute no estádio veio apenas 11 partidas depois da estreia com a camisa do clube tricolor.
Dentro de casa, Ceni tem ao todo 468 jogos: 299 vitórias, 103 empates e 66 derrotas, com um aproveitamento de 71,2% dos pontos disputados.

Luis Fabiano deve ir a campo nesta sexta, mas médico não garante volta

Atacante fez trabalho de fortalecimento muscular nesta quinta, no Reffis do CT

Por Marcelo Prado São Paulo

Luis Fabiano, do São Paulo, conversa com médico José Sanchez (Foto: Luiz Pires/VIPCOMM)       Médico José Sanchez conversa com Luis Fabiano no Reffis nesta quinta-feira (Foto: Luiz Pires/VIPCOMM)

A cada dia que passa, a ansiedade do atacante Luis Fabiano só aumenta. Contratado no início de março junto ao Sevilla (ESP), o camisa 9 luta contra o tempo para estar em campo na partida da próxima quarta-feira, contra o Avaí, no estádio do Morumbi, pelas quartas de final da Copa do Brasil. Clinicamente recuperado da lesão que sofreu no joelho direito quando ainda defendia o time espanhol, o jogador agora luta para acabar com uma fibrose (formação de um tecido no local da contusão), que causa dores.
- Vamos ver se dá para ele ficar à disposição para treinar amanhã (sexta) à tarde no campo para ver como se sai. Vai fazer treinamento de manhã no Reffis e à tarde com o grupo – afirmou o médico José Sanchez, que conversou com o Fabuloso nesta quinta-feira, no Reffis do CT da Barra Funda.
Luis Fabiano começou a treinar com o grupo na última semana. A expectativa era de que ele estreasse no duelo contra o Goiás, realizado na última quarta, no Morumbi. Isso, no entanto, não foi possível porque o jogador disse que não estava confiante para realizar alguns movimentos em campo. Com isso, ele retornou para o departamento médico para novas sessões de fisioterapia e fortalecimento muscular.
Questionado se o camisa 9 terá condições de estar em campo no meio da próxima semana, o médico preferiu não fazer nenhum tipo de previsão.
- Estou mais otimista que ontem. E ontem estava mais otimista que no dia anterior. Ele está louco para jogar, mas queremos que ele vá para o campo e não volte para o departamento médico – ressaltou o médico.

Artilheiro, Dagoberto vira 'o cara' do São Paulo no Campeonato Paulista

No Tricolor desde 2007, atacante comemora melhor fase e avisa que gosta de encarar o Santos, time que joga aberto e dá espaço ao adversário

Por Leandro Canônico e Renato Cury São Paulo

Dagoberto está no São Paulo desde 2007 e é bicampeão brasileiro pelo clube. Mas jamais esteve em uma fase tão boa como agora. Artilheiro do Tricolor na temporada, com 13 gols, o atacante pode ser considerado “o cara” da equipe para a semifinal do Paulistão, contra o Santos, sábado, às 16h, no estádio do Morumbi.


Especialmente porque o técnico Paulo César Carpegiani perdeu Lucas, machucado, e ainda não pode contar com a estrela Luis Fabiano – o atacante chegou ao clube depois do fim do período de inscrições na competição estadual.
- O São Paulo está passando por uma fase muito boa, né. Ofensivamente tem mostrado um futebol de bom nível. E eu, como peça desse time, tenho conseguido me destacar – declarou Dagoberto, em entrevista ao Globoesporte.com.

Não poderia existir adversário melhor que o Santos para Dagoberto tentar manter o seu destaque na temporada. Foi contra o Peixe que ele marcou seu primeiro gol com a camisa do São Paulo e no ano passado ele fez três gols sobre o rival. Segundo o jogador, o estilo de jogo do Alvinegro praiano o favorece.
- É uma equipe que gosto muito de enfrentar, pelo estilo de jogo, por ter jogadores magníficos. Será um duelo aberto e quem for ao estádio vai gostar muito.
Confira abaixo a íntegra da entrevista de Dagoberto. O atacante fala também de Luis Fabiano, do fim de seu contrato, de Muricy Ramalho e Seleção Brasileira.
 

Globoesporte.com: Sem o Lucas, machucado, e o Luis Fabiano, sem poder ser inscrito, você se considera ‘o cara’ do São Paulo no Campeonato Paulista?
Dagoberto: O São Paulo está passando por uma fase muito boa, né? Ofensivamente tem mostrado um futebol de bom nível. E eu, como peça desse time, tenho conseguido me destacar. Os gols estão saindo (são 13 gols na temporada), as assistências também e a equipe está vencendo. Isso é o mais importante.
Por qual motivo você está mais à vontade no Tricolor?
É que o esquema que a equipe vem jogando é justamente pelo qual eu fui contratado. Isso está facilitando muito o meu futebol. Quando eu cheguei (em 2007), o São Paulo tinha um esquema mais defensivo, uma parada de marcar bastante. Eu tive de me acostumar com isso e sair um pouco das minhas características. Agora estou jogando exatamente na minha função.
É possível dizer que o São Paulo enfim tem o Dagoberto que contratou?
Eu fui campeão duas vezes (dos Brasileiros de 2007 e 2008) e isso vai ficar marcado para sempre na minha vida e na história do São Paulo. Mas o modo como o time atua hoje e os jogadores que o elenco tem favorecem muito o meu futebol.
E por que você só engrenou nesta temporada, sua última nesse contrato?
O meu momento aqui sempre foi bom. Tive alguns contratempos, é verdade, mas eu jogava em uma posição em que dava bastante assistências, eu ajudava de outra maneira. Atualmente, porém, eu apareço mais para os gols. É uma coisa nova para mim no São Paulo. Ainda não tinha jogado assim aqui. Estou curtindo.
dagoberto são paulo (Foto: Marcos Ribolli/Globoesporte.com)                    Dagoberto: evolução a cada dia com a camisa do São Paulo (Foto: Marcos Ribolli/Globoesporte.com)
 
Você teme perder a posição quando o Luis Fabiano puder jogar?
Não tem nem o que falar do Luis, né? Ele vai cair como uma luva no time. Não tenho preocupação. Os gols vão continuar saindo com mais naturalidade. Até pela posição que estou jogando agora. E o Dagoberto será o mesmo de sempre.
Esse início de 2011, então, é seu melhor momento no São Paulo?
Eu associo os bons momentos com conquistas. Quando você é campeão pode firmar algo. Então eu já tenho o nome marcado na história do São Paulo, pelos títulos que conquistei. Vivo uma fase boa e espero continuar assim para aumentar minha história. O coletivo está bom e o individual está aparecendo. É assim.
Eu agradeço ao Muricy porque ele me passou muita coisa bacana. Mas foi difícil passar por isso (ajudar na marcação)."
Dagoberto
Em sua evolução, o quanto pesou ter mais liberdade para atacar e menos responsabilidade na marcação, como na época do Muricy Ramalho?
Foi essencial essa mudança. Agora toda hora a bola passa pelos meus pés. Toda hora estou deixando um companheiro em condição e até mesmo concluindo. Antes, muitas vezes eu dominava a bola e não tinha força para atacar, porque tinha de correr atrás de um lateral ou de um volante para marcar. Mas, de qualquer maneira, aquilo foi um aprendizado para mim. Eu agradeço ao Muricy porque ele me passou muita coisa bacana. Mas foi difícil passar por isso.
Depois disso, você se sente mais à vontade para expor suas insatisfações?
Eu tenho a minha personalidade e muitas vezes fui criticado por expor o que estou sentindo. Às vezes parece que as pessoas querem que o jogador de futebol escute e fique quieto. Longe disso. Eu tenho meu ponto de vista e busco o entendimento a cada dia. Passo o que estou sentindo e tenho uma abertura legal.
Você foi revelado pelo Atlético-PR e teve destaque por lá. Mas agora, após quatro anos no Tricolor, dá para dizer que é o Dagoberto do São Paulo?
É até natural. Pela mídia, pelas conquistas... Passei seis anos lá no Atlético-PR e foi um período de muito aprendizado, mas o que vivi e estou vivendo no São Paulo é uma experiência maravilhosa e que vou levar para o resto da minha vida. Tudo é muito intenso, muito bom. Desde as cobranças até as alegrias. Hoje sou conhecido como um atleta que passou pelo Atlético-PR e se firmou no São Paulo.
Dagoberto comemora gol do São Paulo contra o Goiás (Foto: Ag. Estado)                          Dagoberto celebra gol tricolor (Foto: Ag. Estado)
 
E o que está planejado para o futuro: seguir no São Paulo, ir para Europa?
Difícil de responder, porque ninguém sabe o que pode acontecer. Tenho meus objetivos, meus sonhos e uma família que depende de mim. Tenho mais um ano de contrato e sou muito feliz aqui no São Paulo. Estou bastante adaptado a tudo. Vamos ver, né, quem sabe temos algumas novidades boas mais adiante.
Seria uma renovação?
Ainda não teve um contato do São Paulo. Não depende de mim.
O Santos, adversário do Tricolor na semifinal do Paulistão, é um time que você gosta de enfrentar, contra quem você sempre vai bem...
Foi contra o Santos o meu primeiro gol pelo São Paulo. E depois eu fui bem em outros jogos também. É uma equipe que gosto muito de enfrentar, pelo estilo de jogo, por ter jogadores magníficos. Será um jogo aberto e quem for ao estádio vai gostar muito. Temos feito grandes jogos contra eles. E espero que seja mais um.
E você sonha com Seleção Brasileira? Acha que o Mano te acompanha?
Tenho certeza que ele está acompanhando o futebol brasileiro. O Lucas apareceu e foi convocado, o Neymar também. Mas eu sou muito 'pés no chão'. Sei que tenho de estar voando aqui no São Paulo para chegar à Seleção Brasileira. Estou procurando me empenhar ao máximo para realizar esse sonho.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Luis Fabiano treinará pela primeira vez com bola nesta quinta-feira, no CT

Carpegiani quer aval do departamento médico e do próprio jogador para escalá-lo na partida de volta da Copa do Brasil, na quarta-feira, no Morumbi
Por Marcelo Prado
Direto de Goiânia

imprimir
Enquanto os titulares do São Paulo ganharão folga nesta quinta-feira, o treino dos reservas, que será realizado a partir das 15h30m, no CT da Barra Funda, ganhou vital importância para o técnico Paulo César Carpegiani. Isso porque será a primeira vez que o atacante Luis Fabiano, recuperado de lesão no joelho direito, irá trabalhar com seus companheiros. A partir do que ele fizer em campo, a comissão técnica terá a certeza de que o Fabuloso poderá reestrear com a camisa 9 do time do Morumbi na partida da próxima quarta, contra o Goiás, pela Copa do Brasil.




Atacante tem tudo para reencontrar a torcida do São Paulo na próxima quarta-feira, contra o Goiás (Foto: Vipcom)- Não podemos arriscar sem vê-lo treinando. Ele vai participar normalmente e aí nós tomaremos uma posição que vai depender da palavra dele e não tem relação com o resultado que conquistamos em Goiânia. Volto a dizer, é claro que há a possibilidade de estreia na quarta, mas dependemos do aval do departamento médico e do próprio Luis. Se ele estiver bem, vai jogar – ressaltou o treinador.

Carpegiani já tem na cabeça uma possível escalação da equipe com a presença de Luis Fabiano. Mas deixou claro que só vai pensar nisso a partir da próxima segunda.

- Agora, todos os nossos focos estão voltados para a partida de domingo, contra a Portuguesa, pelo Campeonato Paulista. Quando esse jogo acabar, nossa prioridade passará a ser a Copa do Brasil – lembrou.

Veja o Gol de Dagoberto, na vitória do TRICOLOR sobre o Goiás

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Com um a mais, São Paulo bate Goiás e leva vantagem para Barueri


O São Paulo não se intimidou com o Estádio Serra Dourada nesta quarta-feira e conquistou um importante resultado contra o Goiás, no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Fora de casa, a equipe do Morumbi fez uso da vantagem numérica em campo e buscou a vitória por 1 a 0, ficando em boas condições para decidir na Arena Barueri, na semana que vem, a vaga para a fase seguinte do torneio.
O gol que deu mais tranquilidade para o São Paulo no jogo de volta foi marcado pelo atacante Dagoberto, aos 2min do segundo tempo. A equipe comandada por Paulo César Carpegiani, superior na casa dos esmeraldinos, atuou durante boa parte do jogo com um homem a mais em campo: aos 21min da etapa inicial, o meia-atacante Felipe Amorim recebeu o cartão vermelho, após acumular dois amarelos.
A partida de volta entre as duas equipes será disputada dentro de uma semana. Na quarta-feira, também às 21h50, o São Paulo receberá o Goiás na Arena Barueri jogando por um empate para avançar de fase. Já o time esmeraldino precisa de um triunfo por dois gols de diferença ou por uma diferença simples, desde que marque pelo menos uma vez fora de casa.
O próximo adversário do ganhador do confronto entre Goiás e São Paulo já está definido: ainda nesta quarta-feira, o Avaí empatou em casa por 1 a 1 com o Botafogo e, graças aos gols marcados fora de casa (na ida, os catarinenses seguraram um 2 a 1 no Engenhão), firmaram presença na fase seguinte da Copa do Brasil.
O jogo
O Goiás mostrou disposição nos primeiros instantes do duelo no Serra Dourada e levou certo perigo à defesa tricolor nos dez primeiros minutos. Entretanto, o São Paulo respondeu aos 15min, quando Rogério Ceni cobrou falta assustando Harlei, batendo por cima da meta esmeraldina.
A partida ficou mais favorável aos visitantes quando, em dois lances em menos de dois minutos, o Goiás perdeu Felipe Amorim. O meia-atacante recebeu um amarelo polêmico aos 19min, por ter dominado uma bola com o braço segundo o árbitro Marcos André Gomes da Penha, e aos 21min cometeu falta em Carlinhos Paraíba e foi expulso de campo.
Com um a mais, o São Paulo foi para o ataque e passou a pressionar. Dagoberto, aos 29min, quase abriu o placar com um chute cruzado, mas viu a finalização passar rente à trave de Harlei. O Goiás, em desvantagem numérica, teve problemas no decorrer do primeiro tempo para deixar seu campo de defesa e ainda respirou aliviado aos 44min, quando Carlos Alberto interceptou um cruzamento de Ilsinho para Marlos, que aparecia pronto para marcar.
Para ratificar o domínio ofensivo, Carpegiani sacou o meio-campista Casemiro e promoveu a entrada do atacante Henrique no intervalo, e viu sua mudança dar frutos logo aos 2min do primeiro tempo: Dagoberto recebeu de Carlinhos Paraíba, avançou, tirou o zagueiro Marcão e finalizou sem chances de defesa para Harlei, inaugurando o marcador no Serra Dourada.
O São Paulo poderia ter aumentado sua vantagem, mas três defesas do experiente Harlei mantiveram a diferença mínima: aos 20min, em uma bomba de fora da área de Rhodolfo, e aos 22min, cara a cara com Ilsinho. Aos 33min, novamente o camisa 77 ficou sozinho com o arqueiro rival, mas se atrapalhou na hora de driblar e foi desarmado.
Goiás 0 x 1 São Paulo
Gols
São Paulo:
Dagoberto, aos 2min do 2º tempo
Goiás: Harlei; Ernando, Rafael Tolói (Valmir Lucas) e Marcão; Oziel (Robert), Amaral, Zé Antônio, Marcelo Costa e Carlos Alberto; Felipe Amorim e Hugo (Guto). Técnico: Arthur Neto
São Paulo: Rogério Ceni; Alex Silva, Rhodolfo e Miranda; Jean, Casemiro (Henrique), Carlinhos Paraíba, Ilsinho, Marlos (Rivaldo) e Juan; Dagoberto. Técnico: Paulo César Carpegiani
Cartões amarelos
Goiás: Rafael Tolói, Felipe Amorim
São Paulo: Marlos, Juan
Cartões vermelhos
Goiás: Felipe Amorim
Árbitro
Marcos André Gomes da Penha
Local
Estádio Serra Dourada, em Goiânia

Juvenal Juvêncio 'goleia' nas urnas e é reeleito presidente do São Paulo

Depois de manobra política e alteração no estatuto, atual presidente vai para o terceiro mandato consecutivo com vitória por 163 a 7 sobre Lapolla

"O São Paulo precisa de mim. Todos sabem disso. Precisa da minha eficácia. Eu preciso terminar essa obra fantástica"
 
                                                                     Juvenal Juvêncio
 
Na noite desta quarta-feira, pela terceira vez consecutiva (a quarta no geral, contando o biênio 1988-1990), Juvenal Juvêncio, 76 anos, foi eleito presidente do São Paulo. No pleito, realizado no salão nobre do estádio do Morumbi, o atual mandatário venceu Edson Lapolla, da oposição, por 163 a 7 (dos 232 conselheiros aptos a voto, 177 compareceram e 174 votaram). Houve quatro votos brancos.
- O São Paulo precisa de mim. Todos sabem disso. Precisa da minha eficácia. Eu preciso terminar essa obra fantástica. Tem o progresso do Morumbi, a readequação do CT da Barra Funda, a ampliação de Cotia – disse o vencedor das eleições, depois de um inflamado e provocativo discurso no palanque do salão nobre do Morumbi.
Eleito pela segunda vez em 2006, como sucessor de Marcelo Portugal Gouveia, Juvêncio ficou dois anos no cargo e em seguida foi reeleito, derrotando o ex-judoca Aurélio Miguel. No mesmo período, o Conselho Deliberativo aprovou uma mudança no estatuto clube: o mandato do presidente passou de dois para três anos.
Foi justamente em cima dessa alteração que Juvenal Juvêncio conseguiu ser reeleito mais uma vez. A manobra do presidente, no entanto, causou polêmica. Até porque o estatuto tricolor só permite uma reeleição. O mandatário, porém, se baseou no fato de essa ser sua primeira no novo estatuto.
A oposição até tentou impugnar a candidatura de Juvenal, por considerar que sua ação é contra as regras do clube. Não deu certo. As tentativas de Edson Lapolla e seus pares na Justiça não surtiram efeito até a data da eleição. Mas ainda há uma ação contra a alteração do estatuto em trâmite na Justiça.
Portanto, se no próximo dia 27 de abril a Justiça determinar que é inválida a alteração no estatuto que permite mais uma reeleição de Juvenal Juvêncio, o Conselho Deliberativo do clube terá de convocar uma nova reunião para que a situação lance um outro candidato. Assim, um novo pleito seria realizado.


Derrotado nas urnas, Lapolla falou sobre o pleito e citou Muammar Kadhafi, ditador da Líbia, no poder desde 1969 e que enfrenta revolta popular por sua saída.
- Mais um mandato de Juvenal Juvêncio não é um bem para o São Paulo. Sem comparar as pessoas, vou dar um exemplo: o Kadhafi. O povo o quer fora, mas se você olhar no palácio dele tem um monte de gente em volta. Se der uma festa vai ter até gente de camisa amarela. Quem está no poder seduz – falou Lapolla, citando a cor das camisetas de campanha da chapa de Juvenal.
Em resposta à provocação de Lapolla, o candidato eleito diminuiu a força da oposição e tirou sarro do número de votos obtidos no pleito desta noite.
- A oposição não existe. Ela teve sete votos. Se você tirar um, ficam seis. Se você tirar mais os cupinchas, não sobra nada – provocou o presidente são-paulino.
Também nesta segunda-feira, o São Paulo elegeu o novo presidente do Conselho Deliberativo, assim como seu vice e os dois secretários. A noite foi também de pleito para os cinco membros efetivos do Conselho Fiscal. Somente a chapa da situação lançou candidatos, portanto eles já iniciaram a votação vencedores.
Confira abaixo o nome dos eleitos:
Presidente do Conselho Deliberativo - José Carlos Ferreira Alves
Vice-presidente do Conselho Deliberativo - Arlindo Pedro Rochel
1º secretário - Artur Palaia Rodrigues
2º secretário - Marcelo Pupo Barbosa
Membros efetivos do Conselho Fiscal:
Celso de Almeida Magalhães
João Hercúleo Eduardo
José Alberto dos Santos
Mário Jorge Paredes
Kazushiro Yano

 

CR7 decide na prorrogação, derruba Barcelona e acaba com seca do Real

Português vence duelo com Messi e dá primeiro título aos merengues na era Mourinho. Última conquista havia sido na Supercopa da Espanha, em 2008

Por GLOBOESPORTE.COM Valência, Espanha
Casillas comemora título da Copa do Rei contra o Barcelona (Foto: EFE) 
Capitão do Real, Casillas levanta a taça da Copa
do Rei no estádio Mestalla (Foto: EFE)
Cristiano Ronaldo levou a melhor no duelo contra Lionel Messi. Nesta quarta-feira, no Mestalla, em Valência, o português decidiu a favor do Real Madrid, que ficou com o título da Copa do Rei. Com um gol no primeiro tempo da prorrogação, CR7 deu a vitória aos merengues por 1 a 0 sobre o Barcelona e acabou com a seca de quase três anos sem títulos da equipe comandada por José Mourinho. A última conquista havia sido em agosto de 2008, quando o time bateu o Valencia, pela Supercopa da Espanha.
Pela primeira vez desde que foi contratado pelo Real Madrid por € 94 milhões (cerca de R$ 212 milhões), o jogador mais caro do mundo decidiu uma final a favor dos merengues. E para alegria dos torcedores, justamente contra o rival Barcelona. No confronto do último sábado, pelo Campeonato Espanhol, empate no duelo particular com Messi: 1 a 1, um gol de cada. Agora, deu CR7. O time não ganhava a Copa do Rei desde a temporada 1992/1993.
Após a Copa do Rei, as duas equipes voltam a duelar por uma vaga na final da Liga dos Campeões. O próximo encontro entre Real e Barcelona será na próxima quarta-feira, no Santiago Bermanbéu. O jogo de volta, em 3 de maio, será no Camp Nou.
BRASIL MUNDIAL F.C.: veja o gol de Cristiano Ronaldo  e a festa de José Mourinho
Cristiano Ronaldo comemora gol do Real Madrid contra o Barcelona (Foto: AFP) 
Cristiano Ronaldo comemora o gol título do Real Madrid sobre o Barcelona (Foto: AFP)
O bate-papo de Casillas e Piqué ainda no corredor de acesso do gramado do Mestalla já dava indícios de como seria o confronto entre os rivais. No jogo do último sábado, pelo Campeonato Espanhol, o zagueiro do time catalão teria cantado no vestiário para os merengues que o Barcelona venceria a Copa do Rei. A informação foi divulgada pelo jornal "Marca".
- Já ganhamos o Campeonato Espanhol de vocês. Agora, nós vamos ganhar a Copa do Rei - teria dito o jogador, que negou a frase pelo Twitter.
Antes das semifinais da Liga dos Campeões, porém, Barcelona e Real Madrid voltam a campo pelo Campeonato Espanhol. O time catalão vai encarar o Osasuna, no Camp Nou. Já os merengues pegam o Valencia, no mesmo Mestalla da decisão da Copa do Rei. As duas partidas vão acontecer no próximo sábado, dia 23.


.Real Madrid joga melhor em etapa inicial marcada por bulhas

Assim como o confronto do último sábado, a final da Copa do Rei começou tensa, com os dois times se estudando. O Real Madrid, porém, entrou mais ligado e buscando mais o ataque para tentar abrir o marcador e finalmente vencer a primeira do Barcelona na atual temporada. Mas o que chamou a atenção foram os ânimos exaltados dos atletas.
Logo aos três minutos de jogo, Daniel Alves derrubou Di María na intermediária e o bate-boca entre os rivais foi inevitável. Os jogadores do Real Madrid correram em direção ao árbitro Alberto Undiano Mallenco, que assinalou apenas a falta. Na cobrança, Cristiano Ronaldo encontrou Sérgio Ramos dentro da área. O zagueiro chutou e a bola bateu em Adriano, saindo pela linha de fundo. O espanhol reclamou de pênalti, mas o lance foi normal.
A partir daí, o Real Madrid passou a mandar no jogo. Os destaques eram Cristiano Ronaldo e Özil. No primeiro lance, aos 11, o alemão fez um ótimo lançamento já dentro da área para o português. O atacante perdeu tempo com o domínio de bola, mas conseguiu finalizar com força, vencendo o goleiro Pinto. Mascherano tirou em cima da linha.
O jogo continuou quente e mais uma bulha entre os rivais. Pepe deu um pisão em Messi e revoltou os atletas do Barça. O árbitro assinalou apenas a falta. Aos 25, o português foi premiado com o primeiro cartão do jogo após falta em Pedro pelo lado direito. O lance contrariou os jogadores merengues e o técnico José Mourinho, que reclamaram da marcação.
Dois minutos depois, Villa e Arbeloa se envolveram em mais um lance polêmico. Após disputa de bola, o zagueiro deu um pisão na perna direita do espanhol. O árbitro só observou a troca de empurrões entre os atletas e não advertiu ninguém com o amarelo.

Ao perceber que não adiantava falar, o Real Madrid começou a jogar e quase abriu o marcador. Aos 29, Özil percebeu a passagem de Cristiano Ronaldo nas costas da zaga e fez um ótimo lançamento. O português tentou chutar de primeira, mas pegou fraco na bola. Pinto fez a defesa.
Seis minutos depois, a parceria se repetiu. Özil tomou a bola de Piqué no meio-campo e lançou para Cristiano Ronaldo. O jogador avançou na intermediária, invadiu a área e bateu cruzado. Pinto fez uma ótima defesa, evitando o gol dos merengues.
Faltando dois minutos para o fim do primeiro tempo, Cristiano Ronaldo deu uma espaldinha para Özil pelo lado direito. O alemão cruzou para Pepe, que subiu mais do que Daniel Alves e cabeceou como manda o figurino. A bola bateu na trave e correu sobre a linha do gol. Quase o primeiro. E a etapa inicial ficou por aí.

Barcelona acorda na etapa final e por pouco não bate o Real no tempo normal

O Barcelona voltou para o segundo tempo com outro ânimo. Disposto a bater o Real Madrid mais uma vez, o time catalão passou a pressionar os rivais. Logo aos dois minutos, Villa deu um lindo passe para Iniesta dentro da área. O espanhol se chocou com Sérgio Ramos e pediu pênalti. O árbitro corretamente mandou o lance seguir.
Três minutos depois, Pedro mostrou que o Barça não estava desligado do jogo. O espanhol pedalou diante de Sérgio Ramos e do bico da grande área soltou a bomba. Casillas se esticou todo, mas não viu a cor da bola, que passou rente ao travessão do goleiro merengue. A partida seguiu movimentada, com as duas equipes buscando a vantagem no placar.
Visivelmente superior na etapa final, o Barcelona demonstrava o velho futebol conhecido dos torcedores: muita posse de bola, poucos chutes a gol, e toques para invadir a área do Real Madrid. A estrela catalã, Lionel Messi, acordou para o jogo e passou a tentar os lances individuais e as tabelas com Iniesta, Daniel Alves, Xavi e David Villa.
O Real Madrid só foi assustar o Barcelona aos 18. Xabi Alonso recebeu na entrada da área e soltou a bomba. A bola passou com perigo por cima do gol de Pinto. Cinco minutos depois, Messi fez uma linda jogada e tocou por trás dos zagueiros para Pedro, que estava adiantado. O atacante invadiu a área e tocou na saída de Casillas. O árbitro anulou corretamente o gol alegando impedimento do camisa 17.

O Barcelona seguiu mandando na etapa final, e Messi comandando as ações. Aos 29, o argentino recebeu um ótimo passe de Daniel Alves na entrada da área e soltou a bomba. Casillas se atirou na bola e fez uma linda defesa. Na sobra, David Villa errou a finalização.
No lance seguinte, mais uma chance perdida pelo Barcelona. Messi fez uma linda jogada pela direita, avançou para o meio e tocou para Xavi. O espanhol rolou para Pedro já dentro da área, que tentou encobrir Casillas. O camisa 1 merengue fez uma linda defesa.
No jogo de defesa contra ataque na etapa final, o Barcelona perdeu mais uma chance. Aos 35, Iniesta invadiu a área e chutou para outra defesa de Casillas. Três minutos depois, lançamento para Messi. Marcelo tentou cortar a bola e quase marcou contra. No último lance do tempo normal, em contra-ataque puxado por Cristiano Ronaldo, Di María recebeu pelo lado esquerdo, cortou para o meio e chutou para linda defesa de Pinto. Fim de papo na etapa final.

Cristiano Ronaldo decide no primeiro tempo da prorrogação

A partida seguiu bem disputada, mas bem diferente do segundo tempo, quando o Barcelona dominou o Real Madrid por completo. A primeira chance na prorrogação foi dos merengues. Aos ointo minutos, Xabi Alonso fez um ótimo lançamento para Cristiano Ronaldo, que ganhou na corrida de Mascherano. O português entrou na área e bateu cruzado. Pinto se esticou todo e não alcançou a bola, que passou à direita de goleiro catalão.
Aos 12, o Real Madrid fez o gol do título. Di María tabelou com Marcelo e recebeu na frente. O argentino cruzou com carinho na cabeça de Cristiano Ronaldo. O português subiu mais do que os zagueiros e meteu a testa na bola. Golaço dos merengues, que venceram o Barcelona pela primeira vez na temporada 2010/2011.
Cristiano Ronaldo quase fez mais um aos 13. O português aproveitou sobra da defesa e da meia-lua chutou em cima dos zagueiros. Quase o segundo tento do Madrid.  No fim, após falta em Messi, Di María, que já havia recebido o cartão amarelo, acabou expulso.








 

domingo, 17 de abril de 2011

Rogério Ceni faz gol olímpico, em amistoso contra o Barcelona

São Paulo empata, vira líder e vai pegar a Lusa nas quartas de final

Placar de 1 a 1 com o Oeste e tropeço do Verdão diante da Ponte Preta em Campinas deixam o Tricolor na primeira colocação da primeira fase

Por GLOBOESPORTE.COM 


O São Paulo não ganhou, mas comemorou. O empate de 1 a 1 com o Oeste (assista aos gols ao lado), em Mogi Mirim, e a derrota do Palmeiras para a Ponte Preta – 2 a 1 em Campinas – fizeram com que o Tricolor terminasse a primeira fase do Campeonato Paulista na liderança, com 41 pontos (superando o Verdão no primeiro critério de desempate: número de vitórias - 13 x 12). Na fase seguinte, o adversário dos são-paulinos será a Portuguesa. A equipe de Itápolis também se classificou e irá encarar o Corinthians nas quartas de final. Os jogos serão no próximo fim de semana.
Já garantido no Paulistão e também visando o compromisso da quarta-feira, quando começa a disputar a fase de oitavas de final da Copa do Brasil, contra o Goiás em Goiânia, o técnico Paulo César Carpegiani optou por descansar boa parte dos seus principais jogadores e mandou a campo apenas três titulares: o goleiro Rogério Ceni, o zagueiro Rhodolfo e o meia Lucas.
Na partida contra o Oeste, o volante Rodrigo Caio, de 17 anos foi relacionado pela primeira vez, e com certeza muitas outras vezes isso ocorrerá, até que tenha a oportunidade de mostrar seu belo futebol, e conquistar um espaço na equipe.

Jogando em Mogi Mirim por causa de uma punição em decorrência de mau comportamento da sua torcida no clássico com o Corinthians na Arena Barueri, o São Paulo até começou melhor. Sob o comando de Lucas e com alguns bons momentos de Rivaldo e Wellington, o Tricolor ia criando chances. Do outro lado, o Oeste só arriscava poucas bolas de fora da área.
A primeira oportunidade clara foi num arremate de Cléber Santana que acertou a trave aos 36 minutos. Mas foi só a equipe do interior ser ameaçada para dar a resposta. Dois minutos depois, aos 38, Dionísio deu lindo passe para Reinaldo, que apareceu nas costas da defesa e chutou forte para estufar a rede de Rogério Ceni.
   Lucas foi um dos três titulares escalados diante do Oeste (Foto: Wander Roberto/VIPCOMM)
 
No segundo tempo, Carpegiani fez três mudanças – trocou Edson Ramos, Rivaldo e Willian José por Ilsinho, Marlos e Henrique – e conseguiu melhorar a equipe. E justamente dois dos que entraram na etapa final participaram a jogada do gol de empate. Aos 26, após jogada de Ilsinho e Lucas, a bola sobrou para Henrique deixar tudo igual.
O gol animou a torcida, mas o principal motivo de comemoração veio de Campinas. Quando o sistema de som do estádio de Mogi anunciou a virada da Ponte Preta para cima do Palmeiras (2 a 1), os tricolores sabiam que estavam pulando para a liderança da tabela. A essa altura, o rival da próxima fase seria o São Caetano. Mas um gol da Portuguesa no Canindé, sobre o São Bernardo, no último minuto, colocou a Lusa no caminho dos são-paulinos.
A Federação Paulista de Futebol define nesta segunda-feira à tarde, em reunião na sua sede, as datas e os locais os jogos da próxima fase. As quartas de final e as semifinais serão disputadas em jogos únicos, sem as partidas de volta, e a vantagem se resume ao mando de campo, já que igualdade nos 90 minutos leva a decisão para os pênaltis.